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Saúde: as diferenças entre Fadiga Crônica e Fibromialgia;

O estresse do dia a dia faz com que muita gente perca a cabeça, não é verdade? E é justamente por conta dessa correria que várias pessoas deixam de dar atenção para sintomas que indicam um mal funcionamento do corpo. Em alguns casos, um comprimido pode até resolver, mas em outros os indícios que o organismo não vai bem podem apontar doenças mais sérias como a fadiga crônica e a fibromialgia.

A grande preocupação em relação aos dois problemas é tentar diferenciar os sinais de cada um deles para evitar confusões e causar malefícios graves por conta da ingestão de remédios inadequados e sem prescrição médica, por exemplo. Mas antes de entender os pontos contrários, é importante que você compreenda o que são as duas doenças.

O que é a Fadiga Crônica

Síndrome caracterizada por um extremo e contínuo cansaço, a Fadiga Crônica não pode ser explicada de uma forma tão simples assim, isso porque até mesmo os médicos costumam dar diagnósticos errôneos, atribuindo as ocorrências anormais a uma exaustão comum dos tempos pós-modernos. Esse comportamento por parte dos profissionais acaba sendo compreensível, em alguns casos, pelo motivo de a canseira fazer parte do quadro de sintomas de variadas doenças. Não há um consenso em relação às suas causas, mas a motivação mais aceita atualmente tem ligação com a combinação de muitos fatores. E quais são eles?

Desequilíbrios hormonais – quando o paciente se encontra nessa condição, os níveis de hormônio ficam desestabilizados na corrente sanguínea, principalmente aqueles que produzidos pelo hipotálamo e pelas glândulas suprarrenais.

Problemas no sistema imunológico –  mais enfraquecido, se comparados aos de pessoas com uma saúde melhor, a essa altura ainda não dá para afirmar com todas as palavras que o transtorno acontece por conta disso. Porém, como a situação incomum é muito oportuna, as suspeitas não podem ser descartadas.

Infecções por vírus – também não podemos confirmar quão influente as infecções virais são, no que diz respeito à saúde daqueles que sofrem com a fadiga crônica, mas o alerta surge por conta dos rastros que as doenças deixaram no corpo.

Outras causas ainda podem ser a depressão, a anemia por carência de ferro e pressão baixa crônica.

Os sintomas são os mais diversos, e aí podemos evidenciar a dificuldade de concentração e memória fraca, as dores articulares, musculares, de garganta e de cabeça, os linfonodos levemente aumentados e doloridos na área do pescoço e a exaustão máxima mesmo após um período de 24h.

O que é a Fibromialgia

A doença que também ficou conhecida como Síndrome de Joanina Dognini atinge mais as mulheres do que os homens e é caracterizada por dores musculares generalizadas, distribuídas em pontos do corpo definidos. Assim como a fadiga crônica, a fibromialgia não é desenvolvida a partir de causas bem estabelecidas, portanto acredita-se que a enfermidade seja provocada por uma junção de condições.  Por mais estudos que existam, tudo fica bastante complicado porque, quando pensamos na doença uma das possíveis razões é encontrada na própria família, ou seja, os fatores genéticos têm um certo peso sobre a sua saúde. Em relação aos sintomas, as singularidades se assemelham ainda mais, pois em ambos os casos as capacidades cognitivas ficam danificadas.

As partes críticas que afetam os pacientes de Fibromialgia são:

– A parte da frente e de trás do pescoço; 

– A parte de trás dos ombros; 

– A parte superior do peito; 

– Os cotovelos; 

– As nádegas; 

– O quadril

– Os joelhos

Como diferir as doenças e cuidar da saúde

Como dissemos anteriormente, ambas as síndromes possuem características comuns que podem ou não revelar se a pessoa está com fibromialgia ou fadiga crônica. Antes de mais nada, é sempre bom deixar claro que não pretendemos substituir as orientações de um médico, então mesmo que você se identifique com qualquer informação da matéria, uma consulta com o especialista é a melhor alternativa para que a sua saúde fique fortalecida novamente. Então para deixar de vez as dúvidas, vamos conferir os pontos que distinguem as duas doenças.

A substância P

Quem sofre de Fibromialgia tem 300% mais substância P. Para descomplicar o vocabulário, esse agente pode ser explicado como um produto químico que o cérebro usa para transmitir sinais de dor pelo corpo. Seguindo a lógica, quanto mais Substância P emitida, após um dano, por exemplo, mais intensa é a reação do seu corpo referente à dor. Pacientes com a doença sentem três vezes mais a quantidade de dor muscular ou articular do que pessoas que saudáveis.

Os pontos

Como descrevemos acima, a fibromialgia tem os seus quês bem definidos, se formos analisar os focos de dor em pessoas saudáveis. Ao todo, são 18 deles que contribuem para uma sensação de aflição contínua. Para receber o diagnóstico, os pacientes com fibromialgia precisam apresentar, pelo menos, 11 deles, exigência que não é solicitada para pacientes com o fadiga crônica.

A fadiga crônica é viral

Essa condição tem muito a ver com níveis mais elevados de enzima antiviral. É por isso que os especialistas acreditam que a síndrome é a consequência de doenças auto-imunes que resultaram numa exposição ao vírus. Essa possibilidade vê portas abertas justamente pelo aparecimento de quadros de saúde que lembram bastante uma infecção viral como é o caso da gripe ou dor de garganta. A exaustão em um nível quase insuportável  após um exercício físico se agrava para dias de cansaço, mesmo com o sono em dia.

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